Problemas de ereção: Uso de remédios, injeções ou cirurgia?

POR Dr. Paulo Egydio

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Problemas de ereção são mais comuns do que pensamos. Com diferentes graus de intensidade, a disfunção erétil pode variar de leve a severa e atingir não só os homens com idade mais avançada, mas também os mais jovens. Acontece que o medo ou a vergonha em falar sobre o assunto faz com que muitos homens se escondam. O preconceito e falta de informação sobre a grande chance de cura que os tratamentos trazem acaba comprometendo a sua vida sexual e, consequentemente, a social.

Caracterizada pela dificuldade de se obter e/ou manter uma ereção peniana adequada e suficiente para a atividade sexual satisfatória (desde a penetração até a ejaculação), a disfunção erétil pode ter causas tanto psicológicas - como a ansiedade, estresse, depressão, entre outras - quanto físicas, como problemas hormonais, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer de próstata, consumo excessivo de álcool e outras drogas que prejudicam o bom funcionamento do seu organismo.

A busca pelo tratamento adequado começa com uma consulta médica especializada, que indicará os exames necessários para descobrir os principais fatores que levarão à solução do problema. A depender da situação, o tratamento pode ser a base de remédios, injeções ou o implante de prótese peniana. Quer descobrir as características e diferenças de cada um deles? Siga lendo esse post que vou explicar!

 

Tratando a disfunção com remédios

Os remédios usados no controle da disfunção erétil contém princípios ativos que promovem a circulação de sangue nos corpos cavernosos do pênis e assim o fazem ereto quando estimulado sexualmente. Há diversas opções disponíveis no mercado e o mais indicado é obter uma prescrição médica.

Vale lembrar que os remédios não combatem a causa principal da disfunção erétil e, por isso, funcionam mais como um método paliativo de tratamento, normalmente quando o problema de ereção está no início e possui um grau leve ou moderado. Os efeitos normalmente duram cerca de três horas, quando aliado ao estímulo erótico, e o remédio deve ser tomado momentos antes da relação sexual acontecer, já que leva cerca de 30 minutos para entrar na corrente sanguínea. Por não ter um efeito de tratamento, eles podem perder a sua força com o tempo e deixar de trazer resultados satisfatórios.

O uso de remédios para estimular a ereção, no entanto, está condicionado à alguns efeitos colaterais, como obstrução nasal, dor de cabeça e rubor facial. Não são todos que passam por isso, mas é um efeito comum. Em pacientes com idade mais avançada, os remédios ou a reposição de testosterona para tentar melhorar a ereção pode, ainda, aumentar os riscos de câncer de próstata. Vale lembrar que o seu uso deve ser controlado e não é indicado para pacientes com problemas cardíacos ou que desenvolveram a disfunção erétil por causa de doenças como diabetes, obesidade, cardiopatias, males circulatórios, hipertensão arterial e fibroses internas no pênis, uma das principais causas da Doença de Peyronie.

 

Tratando a disfunção com injeções

Além dos medicamentos consumidos via oral, é possível, também, injetá-los. A diferença é que as injeções têm efeito imediato, já que o princípio ativo é prontamente absorvido pelo corpo. Apesar de ter um resultado instantâneo, há pacientes que não gostam desse tipo de tratamento por uma série de motivos.

Para começar, é necessário já ter uma certeza habilidade na aplicação de injeções e familiaridade com a agulha, já que o procedimento deve ser realizado no momento da relação sexual. Isso, para alguns, pode ser motivo de constrangimento, a depender do nível de intimidade que tenha com a(o) sua(seu) parceira(o), além de atrapalhar o andamento do ato.

Outro inconveniente da injeção é que ela precisa ser dosada, e isso faz com que ela possa não funcionar na primeira vez que for utilizada, principalmente se o paciente tem um grau de disfunção erétil mais elevado. Além disso, o seu uso contínuo pode levar ao surgimento de caroços ou fibroses no pênis, que causam outras complicações além da disfunção erétil, como a Doença de Peyronie.

Se você quiser considerar a injeção como um método para controlar a sua disfunção erétil, reflita bem sobre os prós e contras e não deixe de consultar o seu médico para conhecer todo o procedimento e condições. Lembrando que, assim como os remédios, as injeções funcionam como um tratamento paliativo e podem perder o seu efeito com o passar do tempo.

 

O tratamento definitivo com a prótese peniana

Se você chegou até aqui deve estar se perguntando qual o tratamento definitivo para a disfunção erétil, já que o uso de remédios e injeções podem perder o seu efeito com o tempo? A resposta temida por uns e desconhecida por outros é o implante de prótese peniana.

Muitos temem por precisar de um processo cirúrgico ou imaginam que afetará a sensibilidade e funcionalidade do pênis. Mas a realidade é que a prótese não só recupera a rigidez e saúde peniana de forma permanente, mas também traz de volta a autoconfiança, a possibilidade de retomar a vida sexual e ainda evita o agravamento para outras doenças decorrentes da má qualidade da ereção, além de não trazer efeitos colaterais para a saúde do homem.

O primeiro passo para realizar este procedimento é marcar uma consulta com o urologista, que por meio de um exame de ultrassom colorido feito com ereção induzida vai detectar a real causa da disfunção erétil e avaliar a estrutura interna do pênis para a correta colocação da prótese. Em seguida ele vai lhe explicar os tipos de prótese existentes no mercado, bem como as características de cada uma. Dessa forma vocês poderão chegar, juntos, a uma decisão final e satisfatória.

 

A disfunção erétil e a diminuição do pênis

Além do problema de ereção, a disfunção erétil também pode trazer consequências para a anatomia do pênis, como a redução do seu tamanho ou afinamento. Estas condições podem ser resolvidas na mesma cirurgia de implante da prótese, que é feita a partir da Técnica Egydio.

Em uma única cirurgia, o método implanta a prótese e iguala a elasticidade dos tecidos do pênis baseando-se em princípios geométricos para alongar e recuperar o maior tamanho e diâmetro possíveis, até o limite máximo dos nervos, vasos e uretra. Isso traz uma maior satisfação aos pacientes, pois é raro o homem lidar bem com a diminuição do pênis.

Agora que você já conhece os tratamentos possíveis para a disfunção erétil, que tal avaliar a sua condição e iniciarmos uma conversa que vai trazer a sua vida sexual de volta?

Para isso, preciso de conhecer um pouco melhor. Clique no botão abaixo e preencha o formulário de disfunção erétil.

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Dr. Paulo Egydio

MD, PhD, Referência Mundial no Tratamento da Doença de Peyronie, Pênis Curvo e Implante de Próteses Penianas. Doutor em Urologia pela USP, CRM 67482.

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