Doença de Peyronie: Tratamento medicamentoso ou cirurgia?

PEYRONIE: TRATAMENTO CLÍNICO OU CIRÚRGICO?

Quando o paciente é diagnosticado com a Doença de Peyronie, um dos grandes temores é a necessidade de um procedimento cirúrgico no pênis para corrigir o problema. Com isso dito, começo esse post com duas notícias, uma ruim e uma boa. A parte que muitos não gostam é que, pode sim ser necessário uma cirurgia para garantir a eficácia no tratamento. No entanto, o procedimento é simples, com um desconforto mínimo e recuperação rápida. Portanto, não há o que temer.

É para esclarecer as dúvidas entre o tratamento clínico e cirúrgico da Doença de Peyronie, bem como quando cada um é indicado, que escrevi esse post. Então continue lendo e saiba por que nem sempre o uso de medicamentos, apenas, vai resolver a situação.

 

TRATAMENTO CLÍNICO PARA A DOENÇA DE PEYRONIE

Antes de mais nada, para definir o melhor tratamento é necessário uma avaliação criteriosa de um médico urologista especializado e com grande experiência no tratamento da doença. As chances de sucesso podem estar diretamente associadas a isso.

Já mencionei aqui no blog sobre as diferentes fases da Doença de Peyronie. Elas também interferem no tipo de tratamento que será indicado.

O tratamento clínico pode ser feito por meio de medicamentos orais, em gel, pomadas ou injetáveis para aumentar a circulação de sangue no pênis. Independente da conduta médica, estas são as opções mais recomendadas pela ISSM (International Society for Sexual Medicine). No entanto, devido a outros fatores decorrentes da doença que vão além da curvatura, como a perda de tamanho peniano e a disfunção erétil, o simples uso de remédios pode trazer resultados paliativos, que não curam totalmente o mal.

Vale lembrar também que os melhores resultados com tratamentos clínicos são obtidos na fase inflamatória da doença de Peyronie, quando as placas fibróticas ou deformidades penianas, como a curvatura, afinamento, redução ou acinturamento do pênis, ainda não se estabilizaram. Os medicamentos ajudarão essas deformidades a não atingirem níveis mais críticos.

Após a estabilização da curvatura peniana será feita uma nova avaliação, para saber se a doença provocou algum dano à vida sexual ou anatomia do pênis do paciente. O resultado desse exame completo é que vai indicar a necessidade, ou não, da realização cirúrgica, que acontece quando a doença chega à segunda fase, também conhecida como cicatricial definitiva. Neste ponto, de acordo com a minha experiência e comprovado por diversos estudos científicos da área, o uso de remédios não trará mais nenhum resultado. Acesse o [eBook] completo da Doença de Peyronie e saiba como solucioná-la.

 

TRATAMENTO CIRÚRGICO PARA A DOENÇA DE PEYRONIE

Há casos em que o paciente demora de procurar um urologista e, ao chegar na consulta, ele já está no estágio mais avançado da Doença de Peyronie, a fase de cicatrização da lesão. Neste momento os remédios não farão mais efeito e ir direto para a cirurgia pode ser a única opção de tratamento.

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A outra situação, como já comentada acima, é quando a primeira fase deixa deformidades que atrapalham a vida sexual do paciente. Entre as consequências que a Doença de Peyronie pode causar, além da curvatura acentuada, estão a diminuição do pênis, o estreitamento e os problemas de disfunção erétil. E tudo isso poderá ser resolvido em um único procedimento cirúrgico, o qual chamamos de reconstrução peniana com Técnica Egydio, reconhecida internacionalmente como Egydio´s Technique e com patentes nos Estados Unidos e na Europa. A cirurgia pode ser realizada com anestesia local e o paciente recebe alta hospitalar no mesmo dia.

 

Como funciona a Técnica Egydio

Baseada em princípios geométricos, nessa técnica cirúrgica o lado curto do pênis, aquele comprometido pela Peyronie, é alongado até ficar do tamanho do lado não afetado. Isso garante não só a correção da curvatura, mas também a recuperação do tamanho e calibre do pênis perdidos em decorrência do problema, até o limite do tamanho dos nervos, vasos e uretra, que é o maior tamanho possível em um procedimento reconstrutivo do pênis.

 

A cirurgia de Nesbit

Neste procedimento é realizada uma plicatura na túnica albugínea que recobre o lado oposto onde a placa fibrótica está localizada. Este procedimento pode endireitar o pênis, porém não recupera o seu tamanho, podendo até reduzir ainda mais o comprimento do seu amigão. Isso acontece porque, ao contrário da Técnica Egydio, o tecido da parte longa do pênis é encurtado para se igualar ao lado mais curto que foi afetado pela Doença de Peyronie.

Este tratamento é menos recomendado pois, apesar de corrigir a curvatura peniana, a Técnica Nesbit provoca um alto grau de insatisfação dos pacientes ao perceberem que o seu pênis diminuiu.

 

A NECESSIDADE DE UMA PRÓTESE PENIANA

Na maioria dos casos, a Doença de Peyronie está associada à problemas de disfunção erétil. Caso a dificuldade de ereção não seja tratada, é possível que a curvatura volte, pois o pênis poderá dobrar durante a atividade sexual e provocar a formação de novas fibroses. Por isso que os tratamentos também podem ser associados à colocação de um implante, para oferecer a firmeza que está faltando no pênis. Mas não se desespere, isso só será confirmado após uma avaliação presencial, que levará em conta o estudo preciso da curvatura, a vascularização do pênis e a existência de fibroses. Fatores como a idade, taxas de hormônio e tratamentos clínicos realizados previamente também são considerados, sempre.

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Agora que você já sabe sobre as diferentes formas de tratamento da Doença de Peyronie, preencha um formulário de pré-análise para identificarmos se você está passando por algo parecido e que precise de um tratamento.

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Dr. Paulo Egydio

MD, PhD, Referência Mundial no Tratamento da Doença de Peyronie, Pênis Curvo e Implante de Próteses Penianas. Doutor em Urologia pela USP, CRM 67482.





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