Diabetes e Doença de Peyronie - Descubra Qual a Relação

em 27/jun/2017 18:40:02

DIABETES E DOENÇA DE PEYRONIE

O Diabetes é a principal causa de disfunção erétil (problemas de ereção). E está altamente associado com casos de doença de Peyronie, com diminuição do tamanho do pênis e diminuição do calibre, podendo ou não desenvolver curvatura peniana. Isto porque o diabetes favorece o surgimento de fibroses.


Muitos pacientes só identificam esta perda de tamanho e/ou calibre com exames específicos que realizo no Consultório. Nestes casos é necessário fazer uma reconstrução para alongamento do pênis, recuperando o maior tamanho e calibre possível do pênis, até o limite do tamanho dos nervos, vasos e uretra.

Devido à disfunção erétil importante, que ainda foi agravada com a Doença de Peyronie, em muitos casos é necessário também o implante peniano. A prótese peniana é indicada quando o paciente tem problema de ereção não responsiva aos tratamentos clínicos convencionais ou caso o exame antes da cirurgia comprove problemas vasculares severos no pênis. E nestes casos, se fosse feito somente o implante, o pênis ficaria muito pequeno e o paciente muito insatisfeito. O diferencial do Dr. Paulo é corrigir as deformidades, alongando e recuperando o maior tamanho e calibre do pênis e no mesmo ato já fazer o implante, proporcionando uma maior satisfação do paciente.


Particularidades e cuidados para correção de Peyronie em pacientes diabéticos, com ou sem implante:

  • Controle adequado do diabetes (manter o controle do açúcar adequado), para minimizar o risco infeccioso e melhorar a cicatrização;
  • Somente fazer a cirurgia quando a pele estiver íntegra. Se tiver uma infecção, é preciso tratar antes da cirurgia;
  • Caso a vascularização no interior do pênis, verificada com Ultrassonografia com Doppler e Elastografia, estiver baixa, podem ser usados medicamentos vasodilatadores junto com o implante, que favorecem a chegada de mais sangue com antibióticos dentro do pênis, visando a diminuição do risco infeccioso, melhora da cicatrização e o melhor resultado da cirurgia;
  • Uso de implantes com antibióticos (alguns modelos de prótese já vem com revestimento de antibióticos inserido de fábrica e outros tem tecnologia de poros para penetração de antibióticos), para minimização do risco infeccioso;
  • Uso de técnica “No Touch” que não toca na pele ou minimiza o toque na pele, pois as bactérias que vivem na pele podem infectar o implante. Então a utilização de implantes com cobertura de antibióticos, associado a técnica e cuidados que o Dr. Paulo toma com higiene adequada, raspagem de pelos dentro da sala de cirurgia no intra-operatório e também técnica de desenluvar o pênis e minimizar o risco infeccioso;
  • Uso da Técnica de Egydio (reconhecida internacionalmente como “Egydio’s Technique”) – realização da reconstrução peniana,  para recuperar o maior tamanho e calibre possível do pênis. Pois grande parte dos diabéticos que precisam fazer implante tem o pênis menor, pois o diabetes favorece desenvolvimento de fibroses no pênis, que podem provocar redução do tamanho, afinamento e também curvatura no pênis. E somente o simples implante de prótese deixaria o pênis muito pequeno e o paciente muito insatisfeito. E com a reconstrução, Dr. Paulo alonga e recupera o maior tamanho e calibre possível do pênis, até o limite do tamanho dos nervos, vasos e uretra e já implanta o maior tamanho possível, para maior satisfação do paciente.

Consideração importante:

Se o paciente não percebeu que perdeu tamanho é porque não ficou atento ou não tem mais ereção suficiente para poder perceber a perda. Se tem dúvida quanto a perda de tamanho, fundamental fazer uma avaliação criteriosa no consultório com exames específicos, como ereção induzida e Elastografia, para não correr este risco e evitar este problema.

Dr. Paulo Egydio

MD, PhD, Referência Mundial no Tratamento da Doença de Peyronie, Pênis Curvo e Implante de Próteses Penianas. Doutor em Urologia pela USP, CRM 67482.