Câncer de Próstata, Impotência e Doença de Peyronie - Qual a Relação?

em 27/jun/2017 20:39:03

CÂNCER DE PRÓSTATA E DOENÇA DE PEYRONIE

O tratamento de câncer de próstata (como cirurgia, radioterapia, braquiterapia, hormonioterapia) pode trazer consequências como disfunção erétil (problemas de ereção), fibroses no pênis e encurtamento do pênis.

A maioria dos pacientes que se submeterem ao tratamento do câncer de próstata, terão um tamanho de pênis menor. E precisa ser identificado antes de qualquer cirurgia e ser oferecido ao paciente a recuperação do tamanho, pois ninguém lida bem com o pênis menor.

Nestes casos, é preciso corrigir a deformidade peniana (curvatura, afinamento, perda de tamanho) e também a disfunção erétil (impotência sexual).

E devido ao fato de que muitos destes casos possui uma disfunção erétil importante, devido consequência do tratamento do câncer de próstata e da Doença de Peyronie, pode ser necessário o implante peniano.

A prótese peniana é indicada quando o paciente tem problema de ereção não responsiva aos tratamentos clínicos convencionais ou caso o exame antes da cirurgia comprove problemas vasculares severos no pênis. Nos casos que tenham indicação para implante de prótese, através da técnica cirúrgica do Dr. Paulo Egydio (Técnica de Egydio – reconhecida internacionalmente como “Egydio’s Technique” e com patentes nos EUA e Europa), o Dr. Paulo tem o grande diferencial de fazer a reconstrução peniana para correção da deformidade com o alongamento do pênis e recuperação do maior tamanho e calibre e o implante durante a mesma cirurgia, proporcionando a maior satisfação do paciente.

O implante é só para recuperar a função de rigidez vertical para a penetração. Se o pênis está menor, somente o simples implante não aumenta e não recupera o tamanho de pênis. O que recupera tamanho é o tratamento da fibrose interna, o alongamento da haste peniana até o limite dos nervos, vasos e uretra e o implante feito no mesmo ato cirúrgico. Assim, O nível de satisfação e a recuperação da autoestima são extremamente altos.

Nestes casos, a cirurgia visa recuperar a função erétil e tamanho do pênis. Não é só recuperar a função erétil.  Os implantes podem ser maleáveis, articuláveis e infláveis (de 2 e 3 volumes). A escolha do melhor implante depende da experiência do cirurgião com a real situação do pênis do paciente, quanto a diminuição de calibre, redução de tamanho, fibroses, etc. Então não tem uma receita de que o implante maleável é melhor que o inflável e vice versa.

O fundamental é a “experiência” do cirurgião que recupera o tamanho do pênis e faz implante, de definir para aquele pênis individualizado qual o melhor modelo que vai atendê-lo e no melhor custo-benefício. Ter uma maior satisfação, com um menor investimento. O implante mais caro, só porque é mais caro não quer dizer que é melhor. E Sim o melhor custo-benefício. E quem vai definir é um médico experiente com a realidade da avaliação do pênis e com o estilo de vida do paciente, tudo isso feito em conjunto com o paciente. Tudo isso é construído com uma avaliação criteriosa no consultório com ereção induzida, elastografia e a experiência do médico cirurgião que faz isso todos os dias e tem grande experiência em todos os tipos de casos.

Dr. Paulo Egydio

MD, PhD, Referência Mundial no Tratamento da Doença de Peyronie, Pênis Curvo e Implante de Próteses Penianas. Doutor em Urologia pela USP, CRM 67482.